Síntese – Porre do Cipó (Lyrics & Video)

Porre do Cipó – Síntese Lyrics

Se for vim, vem

Se não só me deixa

Vou escolher como morrer

Sendo assim, quem de vocês tem alguma coisa pra me dizer?

Se no fim tem (Ou não)

Aquilo tudo ou nada que merecer

Aqui ninguém vale um vintém

Nem eu, e nem mais tempo pra se perder

Uma morte que valha a pena ou só alguém pra brindar?

Ainda morro de procurar

A última dança antes de céu desabar

Sigo só, vomito a alma no Porre do Cipó

Agente do caos de pantufa

Incendiário ou bombeiro? (Sеi lá)

Mas se escrevo, 'cê ainda еstrebucha (É)

As mina' quer ser Cardi B, num desfile em Paris

Não deixa o boot encardir

Todos querem um pedaço da torta do diabo

Comi até o guardanapo

Na fome de um semideus, levanto taça pro alto

Brindamos os meus e a Babylon

(Babylon will fall down)

Ok, pode ser

Se eu não lembro, eu não fiz

Eu 'tô de canto, fumando aquele branco do giz

Odeio todo palestrinho e juiz

Quem fala muito, pouco diz

Ignorância, homem feliz

Então vem, vida deep

Fudendo a bad trip

Uma gostosa me chupando nesse Jeep

Caguei pra fama, eu quero mais real

O mundo em crime, alimenta o marginal

Na quina da marquise (Uma moedinha)

Ok, no topo do prédio

Se Deus existe, ele 'tá de camarote, vendo mais um sacrilégio

Crônicas, Netão e Sid

Matando o seu tédio, um brinde pra quem vive

Se for vim, vem

Se não só me deixa

Vou escolher como morrer

Sendo assim, quem de vocês tem alguma coisa pra me dizer?

Se no fim tem (Ou não)

Aquilo tudo ou nada que merecer

Aqui ninguém vale um vintém

Nem eu, e nem mais tempo pra se perder

Discordo, Don Corleone

Inimigos quero longe

Toda a indústria no Lounge

E eu bebendo da fonte

Firme e forte no fronte

Ah, no monte levito com os monges

Mas nunca perco o bonde

Então me diz onde a verdade se esconde

Da morte ao renascimento

É uma cota de Apê horizonte

Por gerações construí pontes

Me contem, me contem, me contem

Não espere que eu aponte

Eu 'tô de bonde, eu tenho a senha

Não espere que te conte

Conheço a fonte, os malandro' véio de Belo Horizonte

Eu não vendo, mas sei onde tem

Tomei do suco do Underground

Tempero todo caos que me convém

Ela me olha e vê o mal, mas me quer bem

Eu só 'tô pelo capital

Todos os prazeres da carne

Como quem degusta um bife wagyu

Mal passado, quase cru

Todas as mil faces do cachorro mais puto

Whisky, charuto, um bolo de nota

Um bolo de droga, um monte de puta

Ah, se eu tivesse só pelo troco

Ah, se eu tivesse só pelo ego

Eu já 'tava debaixo do viaduto

Mesmo bêbado, eu tenho foco

Não confunda o fundão com seu último, filho da puta

Se for vim, vem

Se não só me deixa

Vou escolher como morrer

Sendo assim, quem de vocês tem alguma coisa pra me dizer?

Se no fim tem (Ou não)

Aquilo tudo ou nada que merecer

Aqui ninguém vale um vintém

Nem eu, e nem mais tempo pra se perder

A lenda do santo beberrão

Porre do Cipó, de Síntese — composição de Neto (Síntese); lançado em 15 de julho de 2026.

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