Padre Juracy Marden – Hino Jubilar

Hino Jubilar – Padre Juracy Marden

Doze lustros se passaram
Desde quando nossos pais
Nossa fé, aqui plantaram
Entre anseios e ideais
Hoje vimos caminheiros
Levantar as nossas mãos
Da Paróquia, qual luzeiros
De Jesus no Amor de irmãos
Ó São Sebastião
Vem reunir o povo
E vem mostrá-lo
Entregá-lo a Jesus!
Nosso coração
Quer buscar renovo
Na esperança
E no ardor que nos conduz
Nosso coração
Quer buscar renovo
Na esperança
E no ardor que nos conduz
Aprendemos a partilha
Quer da vida, quer do pão
Não andamos noutra trilha
A não ser do Amor-irmão
Batizados, sim, nós fomos
E crescemos no Senhor
Como ovelhas, nós dispomos
Do redil do Bom Pastor
Na fração da Eucaristia
Comungamos com piedade
Na certeza de um dia
Sermos nova sociedade
Sempre defendendo a vida
Como o fez Nosso Senhor
Nós pensamos a ferida
Do oprimido e sofredor
Nos ministros de Jesus
Encontramos o perdão
Oferecem paz e luz
Pela reconciliação
Da oração de fé da igreja
São ungidos em sua dor
Os enfermos, ou, quem seja
De tormentos, possuidor
Agraciando e ensinando
Quer no mundo, quer no altar
Sacerdotes vão plantando
A seara, sem cansar
Na doméstica – Igreja
Qual lareira do Senhor
Os pais, graça benfazeja
São pros filhos luz, calor
Frei Luís e os Capuchinhos
E os discípulos de Justino
Palmilharam esses caminhos
Dando a nós novo destino
Com a Senhora das Vitórias
Damos graças ao Senhor
Jubilosos, entre glórias
Nossa fé hoje é louvor

Padre Juracy Marden – Hino de São Sebastião

Hino de São Sebastião – Padre Juracy Marden

Ser cristão é ser Cristo outra vez
Ser da terra o sal vivo e fecundo
Ser luz santa que ilumina o mundo
É fazer o que Sebastião fez
Intercede por nós lá dos céus!
A teu povo volve teu olhar!
Tu que a Roma quiseste mostrar
Ser mais forte soldado de Deus
Tu que a Roma quiseste mostrar
Ser mais forte soldado de Deus
Quem do mundo, quiser pompas, glória
Sem cuidar das coisas que são do alto
Não constrói neste mundo, é um incauto
Que, sem cruz quer possuir a vitória
Compromisso perene é o Batismo
Que transforma o gentio não’outro Cristo
É prodígio jamais nunca visto
É renúncia ao pecado, ao egoísmo
No Pão Vivo que do Céu desceu
E no amor que protege e conforta
Realizaste a ti mesmo, que importa
O morrer, Sebastião, se és de Deus?
Nós que somos parcela do povo
Que o Cristo ajuntou e remiu
Que a ti, Sebastião constituiu
Seu Padroeiro vem dar-nos renovo